segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Em entrevista à Agência Senado, na manhã desta segunda-feira (14), o presidente da Casa, José Sarney, disse que a Comissão de Reforma Política deve iniciar seus trabalhos já nesta terça-feira. Assim que instalada, a comissão de senadores responsável pela elaboração do anteprojeto de reforma política terá 45 dias para apresentá-lo.

Em entrevista coletiva na última quinta-feira (10), Sarney explicou que o critério de escolha dos integrantes da comissão, que será presidida pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ), foi a experiência.

- O meu objetivo foi escolher os homens mais importantes da Casa, com maior experiência, quer dizer, ex-presidentes da República e ex-governadores, que tenham experiência no processo político - explicou na ocasião.

Além de Dornelles, fazem parte da Comissão da Reforma Política os seguintes senadores: Itamar Franco (PPS-MG), Fernando Collor (PTB-AL), Aécio Neves (PSDB-MG), Demóstenes Torres (DEM-GO), Roberto Requião (PMDB-PR), Luiz Henrique (PMDB-SC), Wellington Dias (PT-PI), Jorge Viana (PT-AC), Pedro Taques (PDT-MT), Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) e Eduardo Braga (PMDB-AM).
Rodrigo Baptista / Agência Senado


Francisco Dornelles presidirá a comissão

Grupo tem ex-presidentes e ex-governadores


0 Comentários

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

DEVOLVELULA

DEVOLVE,LULA!!!


3katherines

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011Devolve, Lulla!!!

" A legislação brasileira e de vários outros paí­ses civilizados, determina que os presentes ganhos pelo Presidente da República, no exercí­cio da função, sejam incorporados ao patrimônio público, por serem considerados propriedade do estado.

Lula e sua famí­lia, ao deixarem o Palácio da Alvorada, levaram todos os presente recebidos, inclusive uma coleção de joias raras recebida do presidente de Egito, já registradas no acervo da presidência da república.

D. Marisa, a Italiana, disse que as joias eram delas e as colocou na sua bagagem, rumo a São Bernardo do Campo.

Funcionários antigos do Alvorada ficaram horrorizados quando perceberam a falta de diversos objetos de arte e peças de alto valor, tais como estatuetas e a faqueiros.

Durante o rescaldo do grande saque às instalações palacianas, observou-se que os Silva haviam surrupiado, inclusive, o crucifixo que há decadas adornava a sala de visitas do Presidente da República.

O problema é que aquela imagem do Cristo crucificado é tida como milagrosa e adorada pelos que lá trabalham.

O pior é que o povo brasileiro, impressionado com o roubo do crucifixo presidencial, sente que o Brasil vem, desde então, sendo castigado por Deus, através de fenômenos da natureza.

O grande número de ciclones ocorridos no sul do pais e, principalmente, a tragédia na regiõ serrana fluminense seriam resultantes da ira divina pela ação dos Silva.

Em vista deste descalabro e por temor da ira divina, foi lançada a campanha de recuperaçào do patrimônio público nacional:

"Devolve, Lula...!"

.A Folha de S. Paulo, publicou a informaçào de que a presidenta Dilma Rousseff, em sua primeira semana de trabalho, retirou o crucifixo da parede de seu gabinete e a bí­blia de sua mesa.

Helena Chagas, ministra chefe da Secretaria de Comunicação Social, através de seu twitter, contradisse a informação divulgada pela Folha. Segundo ela, a presidente Dilma não tirou o crucifixo da parede de seu gabinete. A peça era do ex-presidente Lula e foi na mudança. Aliás, o crucifixo, que Lula ganhou de um amigo no iní­cio do governo, é de origem portuguesa. Segundo Chagas, a bí­blia continua lá, em uma sala contí­gua, em cima de uma mesa. A mesma informação está em nota da Secom.

Agora, a pergunta que não quer calar...se o crucifixo era presente recebido por Lula, como o objeto poderia estar presente nesta foto de Itamar tirada no gabinete presidencial há dezoito anos atras?****POR ISSO, VAMOS TODOS, EM CORO, EXIGIR:** Devolve, Lula......!* "

Postar um comentário

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

POLÍTICA

Contra aposentadorias vitalícias para ex-governadores
Juliana Castro, O Globo

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) recebeu das seccionais de mais cinco estados os ofícios com informações sobre a aposentadoria vitalícia concedida a ex-governadores. Neles, são informados os números das leis estaduais que garantem o benefício e constam os pedidos para que ele seja extinto.

Duas ações diretas de inconstitucionalidade (Adins), baseadas nos ofícios enviados semana passada por Pará e Acre, serão protocoladas ainda no início desta semana no Supremo Tribunal Federal (STF).

As seccionais de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Mato Grosso enviaram, desde a última sexta-feira, seus ofícios ao Conselho Federal da OAB para que sejam elaboradas as ações que serão encaminhadas ao Supremo.

A Ordem já havia entrado com três Adins no STF, baseadas em ofício do Paraná, Sergipe e Amazonas. Com isso, oito estados já solicitaram à Corte, por meio da OAB, que as pensões vitalícias sejam extintas.

Segundo a entidade, as ações encaminhadas ao Supremo não pedem especificamente a extinção do benefício das pessoas que já o recebem. Pedem o cancelamento da lei, o que põe fim a estes casos e também a outros que podem surgir.

Leia mais em Mais cinco estados pedem cancelamento de aposentadorias vitalícias concedidas a ex-governadores

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

AGRICULTORES DO NE TERÃO PERDÃO DE DIVÍDAS

5/5/2010 DO DÍARIO DE NORDESTE

Segundo o projeto, pequenos agricultores poderão renegociar débitos feitos ao BNB com recursos do FNDE

Brasília Por pressão da bancada nordestina, o senado aprovou na noite de ontem proposta que perdoa R$ 1,6 bilhão em dívidas de pequenos produtores rurais do Nordeste. O texto também dá desconto para liquidação antecipada de débitos e permite a renegociação em alguns casos.

A emenda foi incluída pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR) na medida provisória 472, originalmente editada pelo presidente Lula para conceder incentivos fiscais a diversos setores da economia, principalmente à indústria petrolífera das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Como sofreu 50 alterações no Senado, todas de Jucá, a MP retornará à Câmara, onde os deputados já haviam feito cerca de 90 mudanças ao texto original. Segundo o projeto, pequenos agricultores poderão renegociar débitos rurais feitos junto ao BNB (Banco do Nordeste), com recursos do FNDE (Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste).

Pelo texto, das 116 mil operações que já haviam sido renegociadas com base na lei de 2006, 78,6 mil estão com saldo devedor no BNB e devem ser perdoadas, totalizando R$ 287,2 milhões. Serão anistiadas ainda 185 mil das 216 mil dívidas não renegociadas, o equivalente a R$ 1,33 bilhão.

Produtores terão perdoadas dívidas decorrentes de operações de crédito rural renegociadas no valor de até R$ 10 mil. Quem tem débito entre R$ 10 mil e R$ 15 mil, poderá obter desconto de 65% a 85% sobre o saldo devedor da dívida, se quitada até novembro de 2011.

sábado, 31 de julho de 2010

BRASÃO DA FAMÍLIA ABREU



Entrar
Página inicial Família
Distribuição do nome
Distribuição do sobrenome
ABREU

Ver detalhes>>
Bem-vindos!
Prezados Visitantes, bem-vindos à página da minha família. Aqui encontram informações sobre a minha família, a nossa árvore genealógica e muito mais...
História da família
A história da minha família começou no ano 1786, quando os meus antepassados...

Armas:
Originalmente, de vermelho, três asas de águia de ouro.
Atualmente usam: de vermelho, cinco cotos de asa de águia de ouro.
Timbre: uma asa do escudo
Origem:
Pretendem alguns linhagistas que o nome tenha origem num conde de Evreux que teria acompanhado o conde Henrique da Borgonha na sua ida para a Península.
Sabe-se da existência de uma Quinta de Abreu na freguesia de S. Pedro de Merufe, termo de Monção, Portugal.
O mais antigo fidalgo que se conhece com este apelido é Gomes de Abreu, pai de Rui e de Garcia Gomes de Abreu, que viveram no tempo de D. Afonso Henriques.
O ramo mais importante desta família é o dos Senhores de Regalados.
A família tem raizes no Minho mas expandiu-se por Portugal inteiro e, posteriomente, por outros países, entre os quais, o Brasil.

"Sed nomini tuo ad gloriam"
(Pela glória de seu nome)
ABREU

O primeiro deste sobrenome foi o fidalgo GOMES DE ABREU, pai de RUI GOMES DE ABREU e de GARCIA GOMES DE ABREU, que tomou para si este nome, pois, foi o Senhor da Quinta do Abreu, que possuía na freguesia de São Pedro de Merlufe, termo de Monção, e que viveram no tempo de D. Afonso Henriques, 1º Rei de Portugal, e possuíram o senhorio de outras Terras na região.

A Família dos ABREU's, pela sua importância, participou na época das Casas Nobres do Minho, de Portugal e do estrangeiro. - Também demonstrou seus valores pelo Espírito, pela Pena e pela Espada, na Igreja, nas Letras e nas Armas, em Terras de Além-Mar, empregou seu esforço e derramou seu sangue, como exuberantemente o mostram as Crônicas, as Chancelarias Régias e das Ordens Militares.
TÍTULOS DE NOBREZA DOS ABREU's
 Senhores de REGALADOS;
 Fidalgo - Gomes de Abreu;
 Diego Gomes de Abreu;
 Inspetor Geral da Ordem, Gr:. 33 do REAA e membro da Ordem dos Cavaleiros da Inconfidência - Herbert Moreira de Abreu.
powered by meusparentes.com.br

sexta-feira, 30 de julho de 2010

FAMÍLIA SAMPAIO

Os Sampaios procedem de Vasco Pires de Sampaio, filho de Pedro Álvares Osório, senhor da Casa de Vila-lobos, Conde de Trastamara e primeiro Marquês de Astorga, em Galiza. Tomou o nome da Honra de Sampaio, localidade junto a Vila-flor, local que tinha este nome em homenagem a Sampaio, originado de Sanctus Pelagius ( Santo Pelagius ) que depois se transformou em Sam Peaio e posteriormente em Sampaio. Pelagius era um antigo nome em latim que significava "marinho". Nome de raízes tipicamente toponímicas, por ter sido tirado da honra desta designação e sobrenome é de origem geográfica. De São e Paio, nome de homem, forma popular de pelagio em Trás-os-Montes, e que foi adotado por apelido pelos seus senhores. Sampaio foi nome de um santo falecido no século terceiro, predileto dos antigos portugueses, como prova a grande representação que tem na toponímia local(S.paio, Sampaio) pelagio e Pelayo [documentado em 1088]. Conforme Antenor Nascente, procede essa família de Vasco Pires Sampaio, que mudou para Portugal por ter matado em desafio um fidalgo espanhol, fazendo assento no lugar Honra de Sam Paio, junto a Vilaflor, comarca da Torre de Moncorvo, donde tomou o sobrenome. Serviu nas guerras a D. Fernando I e D. João I, reis de Portugal, de 1367 a 1433, que lhe deram as vilas de Vilaflor, Chacim, Mós, Anciães, Vilarinhos, etc., embora ele fosse quase por certo descendente da linhagem dos «de Chacim». Era filho de D. Pedro Álvares Osorios, conde de Trastamara, primeiro marquês de Astorgas, senhor da Casa de Vilalobos, etc. (Anuário Genealógico Latino, I 85). Em termos documentais, não se torna possível fazer remontar esta família a épocas anteriores ao reinado de D. João I e ao seu proprietário e vassalo Vasco Pires de São Payo Esse sobrenome vem de um apelido São Payo que subsiste nos dias de hoje, por diversos membros desta família, com o uso de várias grafias para este apelido: Sampaio e Sampayo, São Paio e São Payo. Por uma questão de uniformização de critérios, também aqui se adotou agrupar todos sob a grafia moderna, ou seja, Sampaio. ( Nobiliário das Famílias de Portugal Felgueiras Gayo Carvalhos de Basto, 2ª Edição Braga, 1989 vol. IX). No Brasil encontra-se Sampaio desde o Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais até na Bahia e no sertão do nordeste, principalmente em Pernambuco onde possuem propriedades e se dedicam a todas as atividades agropecuárias, ao comércio, indústrias, empresas, política e profissões liberais urbanas. Essa família geralmente se associava aos Sá, Carvalho, Pires, Costas e Freires, em Bodocó, Exu, Ouricuri e Parnamirim. Os Sampaios sempre tiveram conflitos com os Alencar, principalmente em questões políticas. Desde os primeiros movimentos nativistas os Sampaio sempre estiveram em oposição aos Alencar, ou seja, os Sampaio apoiavam a monarquia, enquanto os Alencar lutavam pela independência, abolição da escravatura, o direito a voto, a demarcação do espaço indígena. Em Parnamirim, os Sampaios também se dedicam à pecuária, aos serviços públicos, ao comércio, à política e às atividades liberais.

Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor:
FAMÍLIA SAMPAIO publicado 27/05/2010 por Djalmira Sá Almeida em http://www.webartigos.com

Quer publicar um artigo? Clique aqui e crie já o

Fonte: http://www.webartigos.com/articles/38866/1/FAMILIA-SAMPAIO/pagina1.html#ixzz0vCas0Zsn

A SAGA DOS CARDOSO

A SAGA DOS CARDOSO - OUTRA VEZ
A escritora e historiadora Maria do Socorro Cardoso Xavier, acaba de publicar uma importante obra que detalha a origem e fixação da família Cardoso no Cariri Cearense. É do nosso conhecimento que os mais antigos da nossa família mantinha um estreito relacionamento com família Cardoso daquela região. Acreditamos, que essa concentração de Cardoso no Cariri Cearense, seja remanescente dos dispersos do litoral paraibano. Essa dispersão aconteceu em dois momentos da história da Família Cardoso.

A primeira leva, deve ter chegado por lá, quando Mauricio de Nassau foi expulso da província de Pernambuco, lá pelos idos de 1644. A segunda dispersão ocorreu quando os irmãos João Ignácio Cardoso D’Arão e Francisco, da mesma forma, pra lá se dirigiram, em 1795, por conta de mais uma perseguição religiosa.

A história registra que Mauricio de Nassau (1604/1679) foi um eficiente administrador da chamada Nova Holanda, depois de conquistar Pernambuco, Alagoas, Ceará, Sergipe e Maranhão de 1637 a 1644. Nessa ocasião milhares de Cristãos Novos desembarcaram no Brasil, mais precisamente na província de Pernambuco.

A sede da província, Recife, era o ponto de atração para milhares de migrantes originários da Europa, em particular de Portugal, entre os quais os Cardoso, que fugiam do alcance dos tentáculos do Tribunal do Santo Ofício, com forte atuação na Espanha e prestes a se estabelecer em Portugal.

A dominação holandesa naquelas principais províncias da região, enquanto durou, foi marcante, posto que, instalou um ambiente de prosperidade econômica, assim como nas artes, nas ciências e na arquitetura. Havia liberdade religiosa, fato este que atraiu milhares cristãos novos que viviam a mercê das perseguições religiosas nos estados católicos da Europa. Sendo a Holanda um país cristão de princípios Lutero/Calvinista, a Igreja Católica não encontrou espaços, na próspera província de Pernambuco, entre outras, sob a dominação holandesa, para por em prática a sua política de imposição religiosa, principalmente, nas comunidades judaicas.

Assim sendo, repito, a família Cardoso, na sua grande parte migrou para província de Pernambuco. A tranqüilidade política e a liberdade religiosa, eram tudo que a família precisava para investir com segurança o seu capital, no comercio e na industria agro-açucareira em franca expansão e ainda professar a sua fé no Deus de Abraão, Isaac e Jacó. Dessa forma, os Cardoso, entre outros Cristãos Novos, ajudaram a construir em Recife a primeira sinagoga do Brasil.

Naquele momento, a província de Pernambuco prosperava sob o domínio holandês. Em pouco tempo, já estava em operação o maior pólo industrial agro-açucareiro do mundo, o que despertou a ira de Portugal e seus aliados. Por isso, a reação de Portugal com o apoio dos nativos, mais ou menos na vizinhança do fim da primeira metade do século XVII, culminou com a expulsão dos holandeses, fato este que deixou a comunidade judaica em polvorosa.

Diante dessa nova situação, a comunidade dos Cardoso não tinha mais como permanecer na cidade de Recife, a não ser aqueles convertido a fé Cristã. Muitos Cristãos Novos migraram para província da Paraiba, entre os quais, parte da família Cardoso. Outra parte migrou para os Estados Unidos e lá fundou uma povoação que hoje é a cidade de Nova York. Outros migraram para diversas regiões no Brasil, na sua grande parte para região nordeste, de preferência, para lugares recônditos, longe dos olheiros do Tribunal do Santo Ofício, já instalada na cidade de Recife, logo após a debandada dos holandeses. Esta foi a primeira dispersão dos Cardoso.

Maria do Socorro Cardoso, em sua obra, relata que os Cardoso chegaram no Ceará, mais ou menos na época da primeira dispersão. Aconteceu que em 1732, houve uma investida do Tribunal do Santo Oficio contra os Cardoso residentes na Paraíba, segundo a professora Anita Novinsky. O resultado dessa ação foi a prisão de Ignácio Cardoso, do seu irmão Pedro Cardoso e tantos outros da família.

Ao abjurarem o judaísmo foram libertados e voltaram as suas atividades normais. Novamente, por volta de 1795, segundo a tradição oral da família, os Cardoso foram novamente importunados, por isso mais uma vez ameaçados de serem submetidos ao julgamento, do Tribunal do Santo Ofício, que ainda atuava na região, porem, em estado terminal, por acusações de práticas religiosas judaizantes. Desta vez a acusação partiu de um padre, conforme informações que nos foram repassadas, que nutria uma paixão, não correspondida, por uma jovem muito bonita da família Dizem que esta jovem foi submetida ao julgamento do tribunal e talvez tenha sido a última vítima da sanha inquisição no Brasil. Nada de registros oficiais sobre esse assunto.

Foi aí que entraram em cena os irmãos João Ignácio Cardoso D’Arão e Francisco Ignácio Cardoso D’Arão. Por tudo isso que aconteceu, em represália a ousadia do senhor vigário, aplicaram-lhe uma forte reprimenda, que lhe causou danos irreparáveis e por conta disso, tiveram que sair as pressas dos engenhos Tibiri/Forte Velho.

Mesmo diante desse acontecimento, grande parte da família Cardoso permaneceu no litoral e redondezas entre os quais, Luiz Ignácio Cardoso, Pedro Cardoso Vieira, genitor de Manoel Pedro Cardoso Vieira e tantos outros. Os irmãos João e Francisco, pelo que se sabe, foram os únicos que deixaram a Paraíba em direção ao Cariri Cearense, onde fixaram, por algum tempo. Passaram alguns anos na região, depois decidiram vir pra Paraíba, com destino ao o vale do Piranhas onde existiam terras boas e abundantes. Fixaram-se no pequeno povoado de Umari dos Seixas e nesta localidade conheceram as Irmãs Catarina Moura Mariz e Isabel Moura Mariz. Casou-se João com Catarina e Francisco com Isabel e vieram morar na vila de Pombal.

Pelas constantes viagens que alguns membros da família faziam para o Ceará, entende-se que nunca deixou de haver contatos entre os familiares residentes na Paraiba e no Ceará. Era comum casamento entre parentes residentes de lá e cá, com rapazes e moças da família Cardoso. Foi o caso de Ana Cardoso de Alencar, filha de João Ignácio Cardoso D’Arão, que se casou com o seu Primo Felix Antônio de Alencar. Serafim Cardoso de Alencar casou-se também com uma prima daquela região, entre tantos outros.

Em 1890, chega em Pombal, o senhor Antônio Cardoso dos Anjos, originário do Cariri Cearense, em busca dos parentes residentes em Pombal. Arruinado, por conta da seca de 1877, veio pedir o apoio da família. Solteiro, foi bem recebido, recebeu terra e morada e em pouco tempo estava integrado à comunidade familiar. Nunca se casou, pois, faleceu no fim dos anos trinta do século passado e por muito tempo ainda se falava no nome de Antônio dos Anjos. Não cheguei a conhece-lo, mas ouvi muitas vezes, pessoas da família fazerem boas referências a Antônio dos Anjos, pela sua boa índole e obstinação ao trabalho.

O livro de Socorro Cardoso, veio a confirmar, tudo aquilo que a família, em conversas íntimas, repassava para novas gerações. Só temos a lhe agradecer, por este importante trabalho de reconstituição da história de uma família, que viveu, grande parte do tempo, sob o signo do medo e do horror, sem poder revelar a sua verdadeira identidade e origem, por medo da exclusão e da rejeição, por parte de uma comunidade fanaticamente religiosa, segundo os preceitos da cristandade. Essa obra ao lado do livro ¨A Saga dos Cristãos Novos na Paraíba,¨ escrito por de Zilma Ferreira Pinto, esclarece de forma clara e objetiva a movimentação da família Cardoso na Paraíba, no Nordeste e outros recantos do Brasil. Feliz da família que tem uma história de resistência pra contar. Até breve.



João Pessoa, de Fevereiro de 2008

Ignácio Tavares – Membro da Família Cardoso

sábado, 24 de julho de 2010

BRASÃO DA FAMÍLIA CARDOSO


História da Família Cardoso História da Família Cardoso






CARDOSO/CARDOSA: Sobrenome de origem toponímica. Tirado da honra morgado da mesma designação, em São Martinho de Mouros, foi comprovado fundador da família que o adotou por sobrenome João Pais Cardoso, cavaleiro, contemporâneo de D. Afonso III, natural do Mosteiro de Mancelos.

Rudolfo, rei da Hungria, posteriormente imperador concedeu em 1573 a Pêro Cardoso, em recompensa dos seus muitos e continuados serviços, armas novas, que o rei Filipe II de Espanha (I de Portugal) lhe confirmou em 1580.





Brasão da Família Cardoso (Armas Originais)



Armas: De vermelho, um cardo de verde, florido de duas peças de prata, arrancado de ouro e sustido por dois leões afrontados de ouro. Timbre: uma cabeça de leão de ouro, com um cardo de verde na boca.





Outro modelo de brasão da Família Cardoso (Armas de Pêro Cardoso)




Concedidos pelo imperador Rudolfo a Pero Cardoso: de azul, um dragão de ouro picado de verde e um grifo também de ouro, batalhantes.Timbre: o grifo do escudo, com a cabeça do dragão nas garras.


Este sobrenome já existia no ano de 1170, mas a sequência de gerações é conhecida somente a partir de Dom Hermigo Cardoso, que vivia em Lamego nos tempos do rei Dom Afonso III. Esta família possuiu a Quinta do Cardoso, em São Martinho de Mouros, por mercê de Dom Fernando. Foram senhores da honra de Cardoso e eram naturais do mosteiro de Mancelos. O primeiro brasão (superior, campo vermelho) é o mais antigo da linhagem, concedido, segundo consta, no ano de 1261. De acordo com o Visconde de Sanches de Baena, encontra-se registrado no livro da Torre do Tombo, à folha 31. Pêro Cardoso recebeu em 1573, pelos seus serviços ao Rei Rodolfo da Hungria, o segundo brasão de armas (inferior, campo azul). Estas armas foram confirmadas em Portugal por Filipe I, no ano de 1580.









CARDOSO/CARDOSA: Sobrenome de origem toponímica. Tirado da honra morgado da mesma designação, em São Martinho de Mouros, foi comprovado fundador da família que o adotou por sobrenome João Pais Cardoso, cavaleiro, contemporâneo de D. Afonso III, natural do Mosteiro de Mancelos.

Rudolfo, rei da Hungria, posteriormente imperador concedeu em 1573 a Pêro Cardoso, em recompensa dos seus muitos e continuados serviços, armas novas, que o rei Filipe II de Espanha (I de Portugal) lhe confirmou em 1580.





Brasão da Família Cardoso (Armas Originais)



Armas: De vermelho, um cardo de verde, florido de duas peças de prata, arrancado de ouro e sustido por dois leões afrontados de ouro. Timbre: uma cabeça de leão de ouro, com um cardo de verde na boca.





Outro modelo de brasão da Família Cardoso (Armas de Pêro Cardoso)




Concedidos pelo imperador Rudolfo a Pero Cardoso: de azul, um dragão de ouro picado de verde e um grifo também de ouro, batalhantes.Timbre: o grifo do escudo, com a cabeça do dragão nas garras.


Este sobrenome já existia no ano de 1170, mas a sequência de gerações é conhecida somente a partir de Dom Hermigo Cardoso, que vivia em Lamego nos tempos do rei Dom Afonso III. Esta família possuiu a Quinta do Cardoso, em São Martinho de Mouros, por mercê de Dom Fernando. Foram senhores da honra de Cardoso e eram naturais do mosteiro de Mancelos. O primeiro brasão (superior, campo vermelho) é o mais antigo da linhagem, concedido, segundo consta, no ano de 1261. De acordo com o Visconde de Sanches de Baena, encontra-se registrado no livro da Torre do Tombo, à folha 31. Pêro Cardoso recebeu em 1573, pelos seus serviços ao Rei Rodolfo da Hungria, o segundo brasão de armas (inferior, campo azul). Estas armas foram confirmadas em Portugal por Filipe I, no ano de 1580.

SONETO DA FIDELIDADE

DE VENÍCIUS DE MORAES,


De tudo ao meu amor serei atento
antes,e com tal zelo,e sempre,e tanto
que,mesmo diante do maior encanto
dele se encante mais meu pensamento