domingo, 31 de julho de 2011

PAC PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DA CORRUPÇÃO

  1. Leia Editorial do Estadão:
O sistema de vale-tudo nas relações entre a burocracia do Executivo, parlamentares e as empresas que conhecem o caminho das pedras para fazer negócios com a área federal engendrou no governo Lula um outro “PAC”, mais bem-sucedido do que o original. Seria o Programa de Aceleração da Corrupção. Diga-se desde logo que conluios entre servidores venais, políticos de mãos sujas e negociantes desonestos não são uma exclusividade nacional e tampouco surgiram sob o lulismo. Mas tudo indica que a roubalheira na escolha dos fornecedores de bens e prestadores de serviços ao Estado brasileiro e nos contratos que os privilegiaram alcançou amplitude nunca antes atingida na história deste país nos governos petistas, e não apenas em função do patamar de gastos públicos. Mais decisivo para o resultado estarrecedor a que se chegou foi o perverso exemplo de cima para baixo. No regime do mensalão e das relações calorosas entre o presidente da República e a escória da política empoleirada em posições-chave no Parlamento, corruptores e corruptíveis em potencial se sentiram incentivados a assaltar o erário com a desenvoltura dos que nada têm a perder e tudo a ganhar. Nos últimos 30 dias, as histórias escabrosas trazidas à tona pelos escândalos revelados no Ministério dos Transportes tiveram o impacto de uma bomba de fragmentação que lançasse estilhaços em todas as direções da capital do País. Mas elas parecem apenas uma amostra do que vinha (e decerto ainda vem) se passando na máquina federal.
Ao passar o pente-fino em 142 mil licitações e contratos do governo assinados entre 2006 e 2010, referentes a obras e serviços no valor de R$ 104 bilhões, o Tribunal de Contas da União (TCU) topou com escabrosidades que caracterizam um padrão consolidado de delinquência, evidenciado em praticamente todos os aspectos de cada empreendimento (pág. A-4 do Estado de sexta-feira). As licitações se transformaram no proverbial jogo de cartas marcadas. Não apenas o governo fechava negócios com firmas cujos sócios eram servidores públicos aninhados no próprio órgão que encomendava a empreitada, mas em um dos casos esses funcionários integravam a comissão de licitação que acabaria por dar preferência às suas respectivas empresas.
Licitações eram dispensadas sem a apresentação de justa causa. Só uma empresa interessada ganhou 12 mil licitações; desistiu de todas para favorecer “concorrentes” que haviam apresentado lances mais altos. Duas ou mais empresas com os mesmos sócios participaram de 16 mil disputas. Cerca de 1.500 contratos foram assinados com empresas inidôneas ou condenadas por improbidade. Aditivos da ordem de 125% sobre o valor original - o limite legal é de 25% - engordaram 9.400 contratos. As irregularidades, que somam mais de 100 mil, “estão disseminadas entre todos os gestores”, concluiu o relatório de 70 páginas da mega-auditoria realizada pelo tribunal de abril a setembro do ano passado.
Lamentavelmente, o tribunal manteve em sigilo - salvo para as Mesas da Câmara e do Senado, e o Ministério Público Eleitoral - a relação de parlamentares sócios de empresas contratadas pelo governo. A participação dos políticos nesses negócios ajuda a fomentar a corrupção, em razão dos seus íntimos entrelaçamentos com os centros de decisão no aparato administrativo. Além disso, a Constituição proíbe explicitamente que empresas que tenham parlamentares entre os seus sócios sejam contratadas pelo governo. Para contornar essa barreira, os políticos costumam deixar a gestão direta de suas firmas. Em pelo menos um caso, porém, o mandatário não se pejou de assinar ele próprio o contrato com uma repartição pública.
Quanto aos políticos citados no relatório, só dois nomes são conhecidos, graças ao trabalho de reportagem do Estado. São o senador e ex-ministro das Comunicações (afastado por suspeita de ilícitos) Eunício Oliveira e o notório deputado Paulo Maluf. Uma empresa do primeiro venceu uma licitação fraudada de R$ 300 milhões na Petrobrás. Uma empresa do segundo alugou um imóvel para o governo por R$ 1,3 milhão ao ano. Com “dispensa de licitação”.
Vamos aguardar a divulgação da lista em poder dos membros das mesas do Senado e da Câmara dos Deputados.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

PORQUE NÃO SIMPLIFICAM A VIDA DOS QUE TRABALHAM EM NOSSO PAÍS...

EXLMO SENADOR LINDBERGH,

  1. Caro senador Lindbergh,vi seu pronunciamento na última terça feira , dia 7 julho fazendo um apelo a presidente Dilma para que sancione o mais rápido possível a nova lei que cria a EMPRESA INDIVIDUAL LTDA.
  2. Quero aqui manisfestar os meus sinceros aplausos por sua iniciativa, porém ,embora ainda não concorde com o valor minimo estabelecido do capital inicial para abertura desse tipo de empresa.
  3.  Mas o que me levou e escrever-lhe este email não é esse assunto específico, e sim que V.Exla,apresente um projeto de lei que permita a todos os micro e pequenos empresários que possuem empresas individuais com capital de qualquer valor possa repassar sua empresa a qualquer outro individuo ou empresa de qualquer natureza.
  4. A atual legislação brasileira não permite que que se transfira uma micro ou pequena empresa para outra, restando apenas a este pequeno empresario fechar sua portas causando assim enorme prejuizo a este individuo que ficará impossibilitado de abrir novo negocio assim como tambem,ao própio fisco do país uma vez que, esta empresa assim como seu propietário não teram como honrar suas pendências junto aos orgãos de arrecadação como secretárias de arrecadação estaduais e receita federal.
  5.      Faço aqui esta sugestão porque senti na própia pele quando era propietário de uma pequena empresa aqui no estado do ceará, Foi acometido por um grave problema de saude ,motivo este pelo qual tive que me afastar do meu pequeno negocio, que mesmo pequeno me dava uma renda pela qual sustentava minha familia. Não entendo porque aqui em nosso país se transfere um carro e não se pode transferir uma empresa individual. Sabemos que não existe dificuldade alguma em levantar os debitos desta empresa junto as secrtaria do estados e receita federal, para que assim possa ser transferida esta empresa para outra pessoa que esteja interesssada em adquiri-la, assumindo ou quitando daquele momento em diante todos os débitos da referida empresa.
  6.     Tenho certeza absoluta que essa nova lei trará grandes beneficios, não somente a todos os micros e pequenos empresários como também ao propio país. Estou certo de que V. Exla, fará no minimo uma estudo sobre o assunto desde já agradeço sua atenção.


segunda-feira, 25 de julho de 2011

PRA ONDE VAI O DINHEIRO DOS IMPOSTOS QUE VOCÊ PAGA?VEJA...

No último ano do governo Lula,foi apresentado no congresso nacional uma lei que dava anistia a maioria das dívidas contráidas por pequenos agricultores nordestinos.Porém o governo do então presidente Lula ,que se dizia o pai dos pequenos em todas as áreas através de sua maioria esmagadora no congresso nacional,não deixou que fosse aprovada esta lei na sua íntegra. Alegando que o tesouro brasileiro não poderia absorver um prejuízo como este.Prejuízo este  que em números reais não atingiria a soma total de dois bilhões de reais.
    Porém neste mesmo ano o governo de Lula fez doações a países como nigéria ,bolivia,haiti dentre outros que por coicidência se iguala estes mesmos valores.Não que eu seja contra ações humanitarias ,desde que estas ações, sejam feitas com excedente de recursos que por ventura estejam sobrando. Depois que todos o brasileiros estejam vivendo com dignidade.E olha que estamos falando da segunda maior região em população,onde se encontra os mais baixos índices de IDH do nosso país.
     Para se fazer uma comparação ainda melhor, veja o que aconteceu entre os anos de 1977 a 2009 ,o quanto as ONGS brasileiras receberam deste mesmo governo,dinheiro este, pago por nós, através da pesada carga tributária cobrada de todos os brasileiros que acordam  todos os dias as 5,4 e as vezes ate mesmo as 3 horas da madrugada para irem ao seu trabalho. Na maioria das vezes em trens ou mesmo onibus superlotados e voltam para suas casas depois de 8 , 10 hs de trabalho intenso nas mesmas condições.Vejam só quanto essas benditas ONGS receberam do chamado governo do partido dos trabalhadores em apenas oito anos,e quantidade de ONGS que existem hoje em nosso país, conforme matéria de Reinaldo Azevedo que segue adiante.
"Estima-se entre 250 000 e 275 000 o número dessas entidades no país, 100 000 das quais atuando na Amazônia. Há 700 000 índios no Brasil, talvez uns 600 000 naquela região. Se todas cuidassem dos nossos bons selvagens, teríamos seis índios para cada ONG: daria para fornecer casa, comida, roupa lavada e pós-doutorado. Mas algumas, sei, cuidam de outros assuntos: o minhocuçu, o sapo-gigante, a aranha-armadeira, os bagres... Você só escapará de ser sufocado pelo amor de uma ONG se for o verdadeiro negro do mundo: bípede, branco, macho, heterossexual e católico. Fora disso, basta erguer a mão ou aprender a guinchar, e aparecerá uma multidão para protegê-lo.  As entidades mais influentes contam com farto financiamento internacional, a exemplo da CIR (Conselho Indígena de Roraima), que lidera a luta para expulsar os "não-índios" de Raposa Serra do Sol. A Fundação Ford é muito generosa com esses patriotas: doou-lhes 300 000 dólares no ano passado. Já o Geledés – Instituto da Mulher Negra – foi agraciado, entre 2004 e 2008, com 1,1 milhão de dólares. As informações estão no site da fundação. Nada contra a doação. Mas quem gerencia a entrada de dinheiro em entidades que acabam passando como porta-vozes de supostos clamores públicos? Ninguém! Fosse apenas o dinheiro de fora a inundar o caixa dos filantropos, vá lá. Mas as ONGs e Oscips se tornaram instrumentos da terceirização do governo – e da sangria dos cofres públicos. Os números são formidáveis: entre 1999 e 2007, saíram do Orçamento da União para as ONGs 36,12 bilhões de reais – com correção monetária, a cifra passa de 50 bilhões de reais. Só no ano passado, receberam o capilé oficial 7 670 entidades."
Voltei, isso nada mais é ,do que o espelho da realidade vivida atualmente em nosso país.Onde as pessoas de bem, aqueles que na labuta do seu dia a dia trabalham de maneira honesta não conseguem um mínimo de dignidade e conforto na vida. Se você assim como eu não perdeu a sua capacidade de indigação de achar que coisas como essas são normais passe isso adiante para seus amigos,so assim poderemos um dia termos um país descente para nossos filhos.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Por que o brasileiro não se indigna e não vai à praça protestar contra a corrupção? Ensaio uma resposta antes de alguns dias de folga | Reinaldo Azevedo - Blog - VEJA.com

Por que o brasileiro não se indigna e não vai à praça protestar contra a corrupção? Ensaio uma resposta antes de alguns dias de folga | Reinaldo Azevedo - Blog - VEJA.com

VEJA,Por Reinaldo Azevedo

13/07/2011
 às 5:09

Por que o brasileiro não se indigna e não vai à praça protestar contra a corrupção? Ensaio uma resposta antes de alguns dias de folga

Juan Arias, correspondente do jornal espanhol El País no Brasil, escreveu no dia 7 um artigo indagando onde estão os indignados do Brasil. Por que não ocupam as praças para protestar contra a corrupção e os desmandos? Não saberiam os brasileiros reagir à hipocrisia e à falta de ética dos políticos? Será mesmo este um país cujo povo tem uma índole de tal sorte pacífica que se contentaria com tão pouco? Publiquei, posts abaixo, a íntegra de seu texto. Afirmei que ensaiaria uma resposta, até porque a indagação de Arias, um excelente jornalista, é procedente e toca, entendo, numa questão essencial dos dias que correm. A resposta não é simples nem linear. Há vários fatores distintos que se conjugam. Vamos lá.








Povo privatizadoO “povo” não está nas ruas, meu caro Juan, porque foi privatizado pelo PT. Note que recorro àquele expediente detestável de pôr aspas na palavra “povo” para indicar que o sentido não é bem o usual, o corriqueiro, aquele de dicionário. Até porque este escriba não acredita no “povo” como ente de valor abstrato, que se materializa na massa na rua. Eu acredito em “povos” dentro de um povo, em correntes de opinião, em militância, em grupos organizados — e pouco importa se o que os mobiliza é o Facebook, o Twitter, o megafone ou o sino de uma igreja. Não existe movimento popular espontâneo. Essa é uma das tolices da esquerda de matriz anarquista, que o bolchevismo e o fascismo se encarregaram de desmoralizar a seu tempo. O “povo na rua” será sempre o “povo na rua mobilizado por alguém”. Numa anotação à margem: é isso o que me faz ver com reserva crítica — o que não quer dizer necessariamente “desagrado” — a dita “Primavera Árabe”. Alguém convoca os “povos”.
No Brasil, as esquerdas, os petistas em particular, desde a redemocratização, têm uma espécie de monopólio da praça. Disse Castro Alves: “A praça é do povo como o céu é do condor”. Disse Caetano Veloso: “A praça é do povo como o céu é do avião” (era um otimista; acreditava na modernização do Bananão). Disse Lula: “A praça é do povo como o povo é do PT”. Sim, responderei ao longo do texto por que os não-petistas não vão às ruas quase nunca. Um minutinho. Seguindo.
O “povo” não está nas ruas, meu caro Juan Arias, porque o PT compra, por exemplo, o MST com o dinheiro que repassa a suas entidades não exatamente para fazer reforma agrária, mas para manter ativo o próprio aparelho político — às vezes crítico ao governo, mas sempre unido numa disputa eleitoral. Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Haddad, ministro da Educação e candidato in pectoredo Apedeuta à Prefeitura de São Paulo, estarão neste 13 de julho no 52º Congresso da UNE. Os míticos estudantes não estão nas ruas porque empenhados em seus protestos a favor. Você tem ciência, meu caro Juan, de algum outro país do mundo em que se fazem protestos a favor do governo? Talvez na Espanha fascista que seus pais conheceram, felizmente vencida pela democracia. Certamente na Cuba comuno-fascistóide dos irmãos Castro e na tirania síria. E no Brasil. Por quê?
Porque a UNE é hoje uma repartição pública alimentada com milhões de reais pelo lulo-petismo. Foi comprada pelo governo por quase R$ 50 milhões. Nesse período, esses patriotas, meu caro Juan, se mobilizaram, por exemplo, contra o “Provão”, depois chamado de Enade, o exame que avalia a qualidade das universidades, mas não moveram um palha contra o esbulho que significa, NA FORMA COMO EXISTE, o ProUni, um programa que já transferiu bilhões às mantenedoras privadas de ensino, sem que exista a exigência da qualidade. Não se esqueça de que a UNE, durante o mensalão, foi uma das entidades que protestaram contra o que a canalha chamou “golpe da mídia”. Vale dizer: a entidade saiu em defesa de Delúbio Soares, de José Dirceu, de Marcos Valério e companhia. Um de seus ex-presidentes e então um dos líderes das manifestações que resultaram na queda de Fernando Collor é hoje senador pelo PT do Rio e defensor estridente dos malfeitos do PT. Apontá-los, segundo o agora conservador Lidbergh Farias, é coisa de conspiração da “elites”. Os antigos caras-pintadas têm hoje é a cara suja; os antigos caras-pintadas se converteram em verdadeiros caras-de-pau.







Centrais sindicaisO que alguns chamam “povo”, Juan, chegaram, sim, a protestar em passado nem tão distante, no governo FHC. Lá estava, por exemplo, a sempre vigilante CUT. Foi à rua contra o Plano Real. E o Plano Real era uma coisa boa. Foi à rua contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. E a Lei de Responsabilidade Fiscal era uma coisa boa. Foi à rua contra as privatizações. E as privatizações eram uma coisa boa.  Saiba, Juan, que o PT votou contra até o Fundef, que era um fundo que destinava mais recursos ao ensino fundamental. E onde estão hoje a CUT e as demais centrais sindicais?
Penduradas no poder. Boa parte dos quadros dos governos Lula e Dilma vem do sindicalismo — inclusive o ministro que é âncora dupla da atual gestão: Paulo Bernardo (Comunicações), casado com Gleisi Hoffmann (Casa Civil). O indecoroso Imposto Sindical, cobrado compulsoriamente dos trabalhadores, sejam sindicalizados ou não, alimenta as entidades sindicais e as centrais, que não são obrigadas a prestar contas dos milhões que recebem por ano. Lula vetou o expediente legal que as obrigava a submeter esses gastos ao Tribunal de Contas da União. Os valentes afirmaram, e o Apedeuta concordou, que isso feria a autonomia das entidades, que não se lembraram, no entanto, de ser autônomas na hora de receber dinheiro de um imposto.
Há um pouco mais, Juan. Nas centrais, especialmente na CUT, os sindicatos dos empregados das estatais têm um peso fundamental, e eles são hoje os donos e gestores dos bilionários fundos de pensão manipulados pelo governo para encabrestar o capital privado ou se associar a ele — sempre depende do grau de rebeldia ou de “bonomia”do empresariado.
O MST, A UNE E OS SINDICATOS NÃO ESTÃO NAS RUAS CONTRA A CORRUPÇÃO, MEU CARO JUAN, PORQUE SÃO SÓCIOS MUITO BEM-REMUNERADOS DESSA CORRUPÇÃO. E fornecem, se necessário, a mão-de-obra para o serviço sujo em favor do governo e do PT. NÃO SE ESQUEÇA DE QUE A CÚPULA DOS ALOPRADOS PERTENCIA TODA ELA À CUT. Não se esqueça de que Delúbio Soares, o próprio, veio da… CUT!




Ao longo dos quase nove anos de poder petista, Juan, a sociedade brasileira ficou mais fraca, e o estado ficou mais forte; não foi ela que o tornou mais transparente; foi ele que a tornou mais opaca. Em vez de se aperfeiçoarem os mecanismos de controle desse estado, foi esse estado que encabrestou entidades da sociedade civil, engajando-as em sua pauta. Até a antes sempre vigilante Ordem dos Advogados do Brasil flerta freqüentemente com o mau direito — e o STF não menos — em nome do “progresso”. O petismo fez das agências reguladoras meras repartições partidárias, destruindo-lhes o caráter.
Enfraqueceram-se enormemente os fundamentos de uma sociedade aberta, democrática, plural. Em nome da diversidade, da igualdade e do pluralismo, busca-se liquidar o debate. A Marcha para Jesus, citada por você, à diferença do que querem muitos, é uma das poucas expressões do país plural que existe de fato, mas que parece não existir, por exemplo, na imprensa. À diferença do que pretendem muitos, os evangélicos são um fator de progresso do Brasil — se aceitarmos, então, que a diversidade é um valor a ser preservado.
Por que digo isso? Olhe para a sua Espanha, Juan, tão saudavelmente dividida, vá lá, entre “progressistas” e “conservadores” — para usar duas palavras bastante genéricas —, entre aqueles mais à esquerda e aqueles mais à direita, entre os que falam em nome
Quem vai à rua?Ora, Juan, quem vai, então, à rua? Os esquerdistas estão se fartando na lambança do governismo, e aqueles que não comungam de suas idéias e que lastimam a corrupção e os desmandos praticamente inexistem para a opinião pública. Quando se manifestam, são tratados como párias. Ou não é verdade que a imprensa trata com entusiasmo os milhões da parada gay, mas com evidente descaso a marcha dos evangélicos? A simples movimentação de algumas lideranças de um bairro de classe média para discutir a localização de uma estação de metro é tratada por boa parte da imprensa como um movimento contra o… “povo”.
As esquerdas dos chamados movimentos sociais estão, sim, engajadas, mas em defender o governo e seus malfeitos. Afirmam abertamente que tudo não passa de uma conspiração contra os movimentos populares. As esquerdas infiltradas na imprensa demonizam toda e qualquer reação de caráter legalista — ou que não comungue de seus valores ditos “progressistas” — como expressão não de um pensamento diferente, divergente, mas como manifestação de atraso.
Descrevi, meu caro Juan, o que vejo. Isso tem de ser necessariamente assim? Acho que não! A quem cabe, então, organizar a reação contra a passividade e a naturalização do escândalo, na qual se empenha hoje o PT? Essas indagação merecerá resposta num outro texto, que este já vai longe. Fica para depois do meu descanso.
Do seu colega brasileiro Reinaldo Azevedo.

sábado, 9 de julho de 2011

O mensalão, a reação de Dirceu e a ousadia dessa gente | Reinaldo Azevedo - Blog - VEJA.com

O mensalão, a reação de Dirceu e a ousadia dessa gente | Reinaldo Azevedo - Blog - VEJA.com

EMPRESA DO SEN.BLAIRO MAGGI RECEBE 113 MILHÕES COM JUROS SUPER SUBSÍADOS DO GOVERNO DILMA

Seu comentário está aguardando moderação
Uma grande parte dos brasileiros sempre criticaram as privatizações feitas no governo FHC,claro que influenciadas pela esquerda brasileira que sempre quis estar no poder usufruindo de partilhando com seus companheiros de toda infraestrutura e benefícios,através de negócios fraudulentos e de privilégios como esse concebido a uma das empresas de Maggi pela marinha mercante brasileira.Todos nós que temos um pouquinho de de discernimento sabemos que;nunca nesse país bancos estatais,empresas ou qualquer outra instituição que foi criada sempre com pretexto de fomentar e desenvolver qualquer segmento ou parte da sociedade brasileira,de fato nunca serviu para efetivamente fazer este papel.Como é caso da SUDENE,SUDAM,e outros,nenhum brasileiro humilde conseguiu diretamente ser beneficiado por alguma dessas instituições criadas,sempre foram os grandes empresários e políticos os grandes beneficiados pelo dinheiro de todos nós brasileiros,políticos e empresários que a cada dia se tornam mais ricos em detrimento da grande maioria de todos nós brasileiros.Enquanto um pequeno empresário tenta com honestidade e trabalho ardo, tocar seu pequeno negócio ele é perseguido pela mão forte e poderosa do fisco brasileiro que não dá trégua em querer sempre mais tomar-lhe o pouco de seus poucos ganhos conquistados com muito suor e sacrifício sem se sequer uma pequena ajuda por parte do governo brasileiro.Assim como o filho do ex ministro dos transportes que foi capa de revista como um jovem de sucesso,Blairo também é sucesso como grande empresário,assim como muitos e muitos que se beneficiam pelas portas largas do dinheiro público de todos nós que trabalhamos arduamente todos os dias para pagar tantos impostos e ver a cada dia pessoas sem escrúpulo nenhum cada dia mais ricos com nosso dinheiro.Qual de vocês não seria um jovem,adulto ou até mesmo um velho de sucesso com uma ajudinha dessa do pai? E olha que ele superou Palloci e só tem 28 aninhos o filho do ex ministro dos trasportes.Que conseguiu uma façanha de passar de 60 mil para quase 60 milhões e patrimônio bem rapidinho.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

APROVADO NO CONGRESSO LEI QUE CRIA EMPRESA INDIVIDUAL LTDA

    Adicionar legenda
  1. O senador Lindenbergh Farias (PT-RJ) fez um apelo em Plenário, nesta quinta-feira (7), à presidente da República, Dilma Rousseff, para que sancione o projeto de lei que cria a empresa individual de responsabilidade limitada. A matéria foiaprovada há duas semanas pelo Senado.
Referindo-se ao amplo debate que foi realizado nas duas casas do Congresso Nacional sobre o projeto, bem como às dificuldades contornadas para a sua aprovação, Lindbergh considerou como uma afronta ao Legislativo um possível veto presidencial à matéria.
- Por todas essas razões, quero fazer um apelo à presidenta Dilma para que sancione este projeto de lei. O Senado tem dado sua contribuição ao governo, aprovando sucessivas medidas provisórias. É chegado o momento de o governo reconhecer o esforço do Congresso Nacional, sancionando este projeto que é produto direto do esforço dos senadores e deputados - disse.
Agência senado
Lindbergh explicou que, atualmente, sempre que uma pessoa exerce atividades empresariais de forma individual, a responsabilidade de sua firma é limitada, ou seja, o patrimônio da empresa se mistura com o patrimônio pessoal de seu dono. Caso o projeto se torne lei, será possível que uma única pessoa (sem nenhum sócio) constitua uma pessoa jurídica autônoma, com patrimônio próprio e responsabilidade limitada, de forma totalmente independente de sua pessoa física.
Em aparte, a senadora Ana Amélia (PP-RS) reforçou o pedido de Lindbergh Farias a Dilma solicitando a sanção do projeto.
Da Redação / Agência Senado

segunda-feira, 4 de julho de 2011

RESULTADO DA NOSSA PESQUISA SOBRE REDUÇÃO DA MAIOR IDADE

Como já esperávamos o resultado da nossa pesquisa não houve surpresa, 75% setenta e cinco por cento das pessoas que votaram concordam com a redução da maior idade penal, para jovens que cometem algum tipo de crime. Em um país que se diz democrático como é o caso do Brasil,se presume que;o congresso nacional é a casa onde o povo e suas opiniões são representadas através de seus parlamentares,mas é o que vemos na prática não é isso.Através de pesquisas de opinião pública já feita por outros órgãos de pesquisa renomados em nosso país todas elas demostram claramente que a sociedade brasileira não suporta mais tanta violência praticada por adolescentes infratores.Estar na hora de nossos parlamentares modificarem de uma vez por todas o código de processo penal brasileiro.Até porque meus amigos, leis são regras impostas a sociedade por um grupo de pessoas sempre com o pretexto de que serão boas para toda sociedade.Assim como são criadas, são revogadas desde que, com o passar do tempo se descubra que essa ou aquela lei, não condiz mais com a realidade de um povo.Estar na hora do congresso nacional ,deputados e senadores começarem a efetuar realmente o que a nossa sociedade pensa e quer.Afinal o que é democracia? Se não a liberdade que todos tem de expressar seus pensamentos e opiniões , mas sempre acatando o que a maioria decide, para que assim possamos viver em uma sociedade mais justa e igualitária.